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GRANDE LOJA SOBERANA DE PORTUGAL

Bem vindos à GLSP - Grande Loja Soberana de Portugal, a nova maçonaria portuguesa! Somos um corpo maçónico iniciático que trabalha de forma regular de acordo com os os landmarks universais.

 
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QUEM SOMOS?

A Soberana é uma forma nova e moderna de viver a Maçonaria, preparada para os desafios do séc. XXI, ancorada na história, mas virada para o entendimento de como os valores maçónicos universais podem florescer e dar sentido às mais importantes questões filosóficas do nosso tempo.

A Soberana pratica o Rito Escocês Antigo e Aceite e o Rito Português e tem Lojas espalhadas por todo o território nacional. Formamos Maçons, que o são, todos os dias e que não se esquecem do juramento que fizeram, de se tornar Homens melhores. A Maçonaria é pois o “Ginásio da Alma”. Na Soberana. não criamos discípulos, formamos Mestres!

 
 
 

A nossa Missão

UMA INSTITUIÇÃO MAÇÓNICA GANHA SENTIDO AO ALINHAR-SE COM AS PREOCUPAÇÕES E DESAFIOS DA SOCIEDADE ACTUAL


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Educação

Entendida no sentido holístico, defendemos uma educação para a liderança, responsabilização, cidadania, e para o exemplo. O acto de educar é para nós uma função de quem aprende e não de quem ensina. Seremos agentes do despertar de consciências.

Solidariedade

Solidariedade é dividir. Só o Amor Fraterno pode ser dividido e mesmo assim multiplicado. Não somos uma instituição de Caridade. O nosso desejo é ajudar os outros a ajudarem-se a si próprios. Como diz o ditado popular, preferimos “ensinar a pescar, do que dar o peixe”.

 
 

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GRANDE LOJA SOBERANA DE PORTUGAL.
A Nova Maçonaria Portuguesa!

Somos Novos pelo Nascimento e Novos pela Acção! Como disse Fernando Pessoa: É Hora! E essa Hora é quando quisermos.

Porquê SOBERANA?

Porque embora sejamos uma Maçonaria Regular, ou seja, cumprimos de forma escrupulosa os Landmarks Maçónicos aceites pela Maçonaria Universal, a nossa actividade não é limitada por receios subservientes.

PORTUGAL é para nós um pilar fundamental. E embora pareça um lugar comum, a nossa Pátria é mais do que um simples País. É um ser vivo. É importante compreender que este Portugal de que falo, nada tem a ver com condenáveis nacionalismos ou chauvinismos. Muito pelo contrário. Falo do Portugal de Pessoa, em que o verdadeiro Português não é só Português, é Universal! Falo dum povo que consegue levar cultura e trazer cultura de outros povos. Falo do Português que assimila e é assimilado. Falo do Portugal do 5º Império. O império do Espírito materializado na acção.

Os Homens são do tamanho dos seus sonhos e as Maçonarias também. Se assim não fosse, nunca teria sido possível a Portugal fazer os Descobrimentos e ter efectuado a 1ª Globalização interplanetária. Ao Maçom desta Nova Maçonaria, é exigida uma religação à essência, de uma forma muito pragmática.

A abertura gradual da nossa Obediência à Sociedade Civil, é a nossa contribuição à Maçonaria Portuguesa, para a dignificação do nome do Maçom em Portugal.  

A Maçonaria só faz sentido existir, se os Maçons retribuírem à sociedade os ensinamentos que a Obediência lhes proporciona. É por isso que o caminho que percorreremos, será de uma abertura gradual à sociedade, sem nunca quebrar a confidencialidade que os landmarks maçónicos obrigam, à semelhança do que as mais avançadas maçonarias internacionais fazem, como a Inglesa, a Francesa e Americana.

As nossas lojas não são discretas nem secretas. As nossas reuniões são Íntimas, como são Íntimas as reuniões de familiares ou amigos. A nossa acção é no mundo, fora de portas. Um Maçom chamado Martin Luther King, disse que as nossas Vidas começam a terminar no dia em que permanecemos em silêncio, sobre as coisas que importam.

Queremos ver o mundo como ele pode ser e não como ele é. É por isso que o Futuro nos interessa, porque é lá que vamos passar o resto da nossa vida. É tempo do nº 8, o número de Portugal, de Cristo e da MENSAGEM. Este é o Tempo dos Tempos e é o nosso Tempo. Não temos outro.

Construamos no tempo e na história, a realidade. A maçonaria é também, uma realidade do tempo presente. Somos a Maçonaria de Pessoa e Camões, de Teixeira de Pascoaes, Lima de Freitas, António Telmo, Padre António Vieira e Agostinho da Silva.

Quem quer construir o futuro connosco?

Somos a Nova Maçonaria Portuguesa!

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João Pestana Dias
Grão-Mestre da Grande Loja
Soberana de Portugal


CV Profano

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CV Maçónico

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Sabia que Lisboa é uma cidade com símbolos maçónicos a cada esquina? Descubra-os.


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No Largo Rafael Bordalo Pinheiro, artista e maçom, existe uma das fachadas mais icónicas de Lisboa, repleta de simbologia. O edifício, também conhecido por “Casa do Ferreira das Tabuletas” tem na sua fachada azulejos com as figuras da Terra, Água, Comércio, Indústria, Ciência e Agricultura, figuras alegóricas ligadas aos ideais maçónicos.

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A estátua equestre de D. José I é outro dos casos. O cavalo pisa as cobras. No contexto da simbologia maçónica, a serpente simboliza a sabedoria e a cura. As serpentes na base da estátua guiam o cavalo e o rei com a sua sabedoria e representam o conhecimento.

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A famosa Cervejaria Trindade está revestida de azulejos com simbologia maçónica. Entre os muitos símbolos destacam-se o Sol que representa Luz (na alquimia representada pelo ouro) e o triângulo com o “olho que tudo vê”, uma lembrança constante aos obreiros maçons que o Grande Arquiteto do Universo está sempre a observar as suas obras ou acções.

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Na esquina da rua do Amparo com a rua Dom Antão de Almada (do Rossio para a Praça da Figueira), olha-se para cima e o que se vê parece um banal aperto de mão, mas na verdade é o cumprimento entre maçons.

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A rua do Ouro e a rua da Prata têm um  significado, ligado à alquimia. O objetivo da alquimia é a transformação da matéria. Através da busca da Pedra Filosofal, seria possível transformar em ouro (que simboliza o Sol) outro metal menos nobre como a Prata (que simboliza a Lua), símbolos que se encontram num templo maçónico.